Economia

Economia Romana


Na Roma Antiga, a agricultura era a atividade econômica fundamental, diferente de outros povos da época, que preferiam dar maior importância ao comércio e ao artesanato. Mas isso deve-se, em parte, à geografia favorável da Península Itálica, que, ao contrário das terras da Grécia, por exemplo, permitia o trabalho agrícola em grande escala.

Alguns especialistas acreditam que Roma se tenha formado a partir de uma aldeia de agricultores e pastores. Inicialmente, a terra era utilizada de forma comunitária, com base em grupos de famílias chamados clãs ou gens. Mas essa situação começara a mudar com a expansão de territórios e o crescimento econômico e populacional. As famílias mais antigas e poderosas, que possuíam terras mais férteis, passaram a apropriar-se de terras que até então eram públicas.

Num processo de ocupação de terras, os romanos chegaram numa situação em que, de um lado, havia os grandes latifundiários que concentravam todos os poderes políticos das regiões e, de outro, os pequenos proprietários que, sem direitos de manifestação e de representação, viam-se arruinados pela contínua perda das suas próprias terras. Isso causou desequilíbrios sociais e, durante vários séculos, conflitos.

A Moeda Romana


As moedas romanas, em circulação durante a maior parte da República e do Impéri Romano do Ocidente, incluíam o áureo (aureus, em latim), de ouro; o denário (denarius), de prata; o sestércio (sestertius), de bronze; o dupôndio (dupondius), de bronze; e o asse (as), de cobre. Estas denominações foram utilizadas de meados do século II a.C. até meados do século III d.C.

Durante o século III d.C., o denário foi substituído pelo denário duplo, também conhecido como antoniniano (antoninianus), o qual, por sua vez, foi extinto pela reforma monetária de Diocleciano, que criou denominações tais como o argento (argenteus, "de prata") e o follis (bronze prateado). Após as reformas, as moedas em circulação passaram a ser, basicamente, o soldo (solidus), de ouro, e algumas denominações menores de bronze, até o fim do Império Romano do Ocidente.

Estima-se que, por volta do fim da República e do início do Principado, um denário equivalia ao salário diário de um trabalhador. Um denário valia 5 dupôndios ou 10 asses. Sabe-se que durante o século I d.C., um asse comprava o equivalente a meio quilo de pão ou um litro de vinho barato.


A Economia e Política na Sociedade Atual


 A economia atual é muito mais desenvolvida, em todos os campos. Desde o comércio, muito mais avançado, como uma 'aldeia global', até ao sistema político.

Na maioria dos países ocidentais, verificam-se repúblicas, no entanto mais evoluídas que a a república na Antiga Roma. A agricultura é agora efectuada maioritariamente por máquinas, e a sua contribuição para a riqueza do país. É agora o sector terciário, ou seja, os serviços, o sector mais importante para a Economia Global.

As moedas são muito mais variadas, com cotações oscilantes no mercado.

Na organização social, distinguem-se apenas a Classe Baixa, Média e Alta, com a média a assumir a maior importância. A escravidão é agora um crima horrendo, reflectindo toda a maior sensibilidade ética da sociedade.


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